Covilhã pode voltar a receber prova internacional de snowboard

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A Covilhã tem todas as condições para voltar a acolher, no próximo ano, o Snowboard Urban Festival, primeira prova realizada em Portugal da Federação Internacional de Esqui (FIS), considera Joan Torrellas, director técnico do organismo na península ibérica.

“Decorrem negociações com a FIS para que esta prova possa novamente ser ‘european cup’ no próximo ano”, anunciou o responsável, no final do evento que se realizou no sábado na Covilhã.

Joan Torrellas diz que isso depende das entidades oficiais portuguesas e da FIS, “interessada em ter atividade em novos países, ter novos mercados” para a modalidade. “Portugal tem uma projecção perfeita para fazer isso”, considera o coordenador do evento de slopestyle, que reuniu milhares de pessoas.

A declaração de Torrellas, que faz uma avaliação muito positiva da iniciativa, vai ao encontro das pretensões de Pedro Farromba, presidente da Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDIP), expectante por voltar a poder organizar a competição.

“A Covilhã tem todas as condições para poder realizar esta prova mais vezes”, salientou, acrescentando que se trata de uma modalidade “bonita, que permite congregar a vertente desportiva com a parte turística e o fator económico”.

Carlos Pinto, presidente da Câmara Municipal da Covilhã, destacou ” a espetacularidade da prova e o profissionalismo com que foi feita”. “Gostava muito de tornar esta prova rotina. Vamos ver se no próximo ano juntamos as boas vontades do Instituto do Desporto de Portugal, dos particulares e dos responsáveis internacionais”, acrescentou.

Pedro Farromba sublinhou que as expectativas para o Snowboard Urban Festival, tanto a nível desportivo como mediático, “foram superadas”. O presidente da federação espera que o snowboard ganhe agora outra projecção e que os praticantes possam ter mais condições e apoios e destaca a presença de um português no lote dos oito finalistas, numa alusão a Renato Rocha.

“Tivemos um bom nível competitivo e a presença de um português na finalíssima, que é uma oportunidade única de competir ao mais alto nível com atletas de outros países”, frisa Farromba.

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