Base de Dados de Perfis de ADN ajuda pela primeira vez a esclarecer crime

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Arquivo - Gonçalo Manuel Martins

A Base de Dados de Perfis de ADN, em funcionamento há dois anos, serviu, nos últimos dias e pela primeira vez, para identificar um suspeito de um crime de furto, revelou um responsável à Lusa.

“Houve a primeira coincidência entre um perfil que foi inserido de um condenado relativamente a uma amostra-problema de um crime que estava por resolver”, explicou Francisco Corte-Real, diretor da Delegação Centro do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML). O responsável adiantou que o crime que estava por resolver era um furto, e que a ocorrência dessa coincidência já foi comunicada aos respetivos magistrados.

A Base de Dados de Perfis de ADN foi criada pela Lei 5/2008, de 12 de fevereiro. Precisamente dois anos depois foi inserida a primeira informação de um condenado. Esta base de dados instalada no Instituto Nacional de Medicina Legal (INML), em Coimbra, tem inseridos 395 perfis, a grande maioria de condenados, e alguns de amostras-problema de crimes não resolvidos e para identificação civil.

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