Baixo Mondego aposta na promoção do território e captação de investimento

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Foto Luís Carregã

É objetivo da CIM-BM reforçar a componente política da sua atuação, em termos regionais e nacionais, acentuando a marca Coimbra?

Esse é um dos objetivos da Comunidade. Vivemos um período de forte turbulência nas funções do Estado que podem ter um enorme impacto na qualidade de vida das populações. Percebemos que as atuais restrições orçamentais (que se prolongarão por um período indeterminado) irão condicionar, crescentemente, os investimentos públicos mas também o nível e a qualidade de disponibilização dos serviços prestados pelo Estado. Este cenário vai reforçar a necessidade de uma maior atenção por parte do poder local em relação às medidas que o Estado pretende colocar no terreno. É fundamental ter uma posição política sustentada perante as mudanças em curso e entendemos que essa posição deve ser, o mais possível, consensualizada no quadro da Comunidade Intermunicipal.

Na sua opinião, em que medida a marca Coimbra, de reconhecido prestígio, até a nível internacional, pode beneficiar a atuação e a afirmação da CIM-BM, e dos concelhos que a constituem, no contexto nacional?

Como bem refere ao formular a pergunta, Coimbra tem reconhecido prestígio nacional e internacional. Tem, além disso, uma identidade consolidada por uma cultura, uma história e um enorme ativo em conhecimento. Assim, sem perder de vista a importância de afirmar o Baixo Mondego como território em busca de uma identidade e de um modelo de desenvolvimento, a marca Coimbra parece-me muito importante para a concretização desses objetivos e, em particular, para a nossa promoção externa.

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