As empresas e o futuro

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Luís Parreirão

Adoptámos para título desta crónica o tema de uma conferência promovida recentemente em Coimbra pelo Banco Popular e pela Revista Exame.

Diga-se, antes de mais, que a conferência foi muito interessante, e revelou aos presentes o pensamento dos lideres empresariais sobre o futuro das empresas e do seu crescimento nacional e internacional, lideres que se destacam pela inovação: o presidente da Renova e da Critical Software, um administrador da Lugrade.

Também a intervenção do Magnífico Reitor da nossa Universidade permitiu perceber de forma meridiana a evolução que a Universidade vem fazendo e que frequentemente a sociedade desconhece.

Os desafios são hoje, mais do que nunca, o da inovação e da presença, afirmação e sobrevivência no mercado global. Desafios que só se podem ganhar com estratégias empresariais claras ao serviço da competitividade e da satisfação das necessidades de cada mercado. E estratégias que se alicercem em estudo rigoroso e contem com os recursos adequados.

Sabemos que chegámos tarde a uma cultura de risco, mas sabemos que esse é o único caminho. Aproveitando os talentos e o boom de formação científica e tecnológica que temos vivido em Portugal e que nos permite ter hoje uma geração invulgarmente bem preparada.

Se formos capazes de ter a estratégia adequada, os objectivos correctos e mobilizarmos os recursos disponíveis certamente seremos, a prazo, bem sucedidos.

Como? Apostando no desenvolvimento económico sustentável, nas indústrias de futuro e diferenciadoras e no emprego qualificado por elas gerado. Esta deve ser uma ambição nacional que cada comunidade, à sua medida e com as suas características, se deve mobilizar para concretizar, em nome do futuro de todos nós.

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