Crise financeira na Misericórdia da Covilhã poderá merecer “uma atenção especial”

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O secretário da Estado da Segurança Social, Marco António Costa, admite que a crise financeira na Misericórdia da Covilhã poderá merecer “uma atenção especial” do Governo, nomeadamente através de verbas do Fundo de Socorro Social.

O governante falava este domingo (8) após uma reunião na Câmara da Covilhã com trabalhadores, representantes sindicais, o provedor da instituição, Pedro Paiva, e o presidente do município, Carlos Pinto.

Os 130 trabalhadores da instituição ainda não receberam os salários de dezembro, nem o subsídio de férias.

O recém-empossado provedor disse que aqueles valores deverão ser pagos até final do mês, na sequência de negociações com bancos e de outras ações desenvolvidas em conjunto com a autarquia. Uma dessas outras medidas passa pelo recurso ao Fundo de Socorro Social.

One Comment

  1. Pedro Gil says:

    So mesmo em Portugal… O governo ter de injectar dinheiro numa Misericórdia, nunca antes visto. Para uma instituição da igreja é uma vergonha, pois perguntem aos antecessores onde pára o dinheiro! Melhor: para onde foi o dinheiro ( assim é mais correcto ). Mas não é só, criticar e pedir os ordenados aos colaboradores ainda mais vergonhoso se torna. O Sr Bispo ( ou lá o que ele é ) como não paga casa… não paga carro… não tem filhos, é muito façil dispensar o seu ordenado.
    Pois bem, como estamos num país liberal em que a massa trabalhadora cumpre as suas funções não tem porque motivo seja ceder a sua recompensa mensal para fazer face a má gestão de individuos que se auto-intitulam Gestores. Para essas pessoas um concelho, na Universidade da Beira Interior existe um curso que se chama Economia e Gestão, talvez seja util…

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