Presidiário recusa liberdade porque não tem emprego cá fora

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Foto de Gonçalo Manuel Martins

É um caso muito raro, se não mesmo inédito, aliás como confirma fonte da Direção Geral dos Serviços Prisionais. Augusto Alfredo, detido no Estabelecimento Prisional de Coimbra, recusa regressar à liberdade depois de ter cumprido 2/3 da pena, alegando que não tem garantias de arranjar emprego de forma a ser financeiramente autónomo no exterior.

Condenado a 10 anos e meio por tráfico internacional de droga (já tinha cumprido pena anteriormente pelo mesmo crime), foi detido em 2004 no Aeroporto de Lisboa.

Versão completa na edição impressa de 6 de dezembro do DIÁRIO AS BEIRAS

2 Comments

  1. Esperteza não lhe falta!! Podera ter outra opinião, senão vejamos: Lá dentro tem tudo, nada lhe falta para sobreviver (comida, televisão, cama, roupa lavada, assistência médica e outros) e, tudo de borla. Cá fora nada o espera, certamente. Emprego??? nem para pessoas que tem o cadastro limpo há quanto mais para estes desgraçados…. É sem comentários…

  2. O maior castigo é a liberdade! Tentar sobreviver a tantos " assaltos" disfarçados sob a forma de taxa, imposto, extinção da isenção, multa, portagem … não é para todos.
    Foge ladrão que vem aí a tributação!

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