Não há limite para a imaginação dos burlões

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As burlas acontecem todos os dias e em vários locais. Normalmente junto da população idosa e em locais onde há pouco movimento. Os burlões, normalmente, são bem vestidos e bem falantes. Fazem passar-se por amigos dos familiares das vítimas ou por falsos funcionários de uma instituição. Mas nem sempre é assim. Podem esperar-se, sempre, novas formas de burlar.

“Não há uma burla tipo, pois há vários modos de atuação. O mais comum é o burlão fazer-se passar por alguém conhecido e que precisa de dinheiro”. A afirmação é do tenente Cláudio Lopes, 2.º comandante do Destacamento Territorial de Cantanhede, que ao DIÁRIO AS BEIRAS lembra a dificuldade em combater este crime.

Versão completa na edição impressa de 1 de dezembro do DIÁRIO AS BEIRAS

One Comment

  1. Por isso é que cada vez mais, todo o cuidado é pouco. Mas nos dias que correm já nem sabemos o que fazer, o que dizer, se não for de uma forma é de outra, quando querem fazer mal, roubar, burlar fazem-no da mesma forma, nem que seja á bruta…

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