Secretário de Estado defende construção de “catedral” à altura dos desafios do poder local

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Foto de Luís Carregã

O secretário de Estado Paulo Júlio defendeu, esta quarta-feira (23), que a reforma da administração local não deve servir apenas para “assentar tijolo”, mas sim para “construir uma catedral” que esteja à altura dos desafios futuros.

“Para implementarmos uma boa reforma da administração local é essencial que tenhamos todos consciência dos grandes desafios”, não para 2013, mas “para os próximos 10/20 anos, pelo menos,” afirmou em Viseu, no encerramento do seminário “Modernização administrativa. Os novos desafios do poder local”.

One Comment

  1. Jose Henriques says:

    O Sr. Secretario de Estado Paulo Júlio, também, podia falar um pouco menos em "assentar tijolo" para "construir uma catedral", porque a maioria dos presidentes de Junta de Freguesia não entendem essa linguagem.
    Diga sim, que a Reforma Administrativa veio para ficar e antes que seja imposta pelo Governo, sejam as Freguesias a agregar e estabelecer “escala” (grandeza) para que assim possam ter mais competências delegadas ou impostas.
    Diga-lhes que a “identidade” de cada uma nunca se irá perder, basta que as listas eleitorais contenham pessoas competentes que as representem nos órgãos a eleger no futuro. Que realizem Assembleias de Freguesia onde os temas da ordem de trabalhos não sejam somente: Ponto 1 – Informações, Ponto 2 – Outros assuntos. Estas A. De Freguesia são para gastar dinheiro que é pouco. Esta Assembleia de Freguesia ocorreu em Setembro de 2011, em gastos esta sessão de AF custou 195€ directos, não falando em consumos inerentes. Vamos deixar de brincar às Freguesias com 315 eleitores, que distam de outra cerca de dois mil metros, tendo nessa, Extensão de Saúde, Posto de CTT, Escolas EB1, Eb2/3 e outras ofertas de serviços básicos. Acabem com o pagamento de meio tempo a Freguesias com menos de 5 000 eleitores e todas estas questões de “identidade perdida” ficam ultrapassadas. O que a população quer é uma Freguesia com aporta aberta no período normal do dia-a-dia e não uma em que se conhece o Presidente como regedor dos tempos idos e de má memoria…

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