Confrarias reclamam estatuto de utilidade cultural

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As confrarias gastronómicas querem ser ouvidas pelas instâncias do poder para as áreas do turismo, da cultura e da economia. Entretanto, reclamam o estatuto de utilidade cultural. A candidatura vai ser posta em marcha. Madalena Carrito, presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas (FPCG), sublinhou, aos jornalistas, que as congregações podem dar um importante contributo para o desenvolvimento do setor primário.

Elite trabalhadora. Madalena Carrito disse ainda que “as confrarias são para uma elite”. Mas, para afastar interpretações erróneas, passou a explicar: “não é uma elite económica, social ou religiosa, é uma elite que jura defender uma causa, uma região e um produto e que respeita as regras”. E, também, que pratica a fraternidade, promove a exigência e pugna pelo bem comum do movimento confrádico.

Versão completa na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS de 10 de outubro

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