Bispo Carlos Azevedo diz que ricos são sempre mais difíceis de apanhar
O presidente da Comissão Episcopal de Pastoral Social (CEPS), Carlos Azevedo, disse esta terça-feira (13) que no combate à crise “têm existido algumas medidas para os mais ricos, mas esses são sempre um pouco mais difíceis de apanhar”.
O bispo admite, contudo, que a distribuição do esforço pelos portugueses mostra “alguma sensibilidade”, sobretudo porque “algumas medidas têm garantido que os escalões mais baixos não sejam apanhados pelas medidas”.
Contudo, Carlos Azevedo diz que o mais importante neste momento é perceber que para além da ajuda assistencialista é preciso ajudar as pessoas “a saírem da sua indigência e a prepará-las para o futuro”.
O presidente da CEPS defende que “a austeridade e a simplicidade da vida exigem muito de nós, em vez do discurso fácil”.















Sobre as indicações dadas pelo D. Carlos Azevedo esta tarde à renascença.
Desejo que esses novos organismos não se limitem à esmola, mas sim a criar estruturas a fim de levar quem precisa a ganhar o seu pão de cada dia.
Já há três anos e meio que me encontro nessa situação:
Uma vez por outra até sabe bem receber a solidariedade de quem nos quer bem, mas sempre é desgastante. Perde-se qualidade de vida, auto-estima … isto para não falar de que já não prestamos para nada.
Por consequência vêm os roubos, e, para quem tem dinheiro toda a espécie de vícios.
Gostava de dizer muito mais. Mas será que vale a pena !?ou serei penalizada! mas não importa, Jesus também não teve medo de quem não concordava com as suas ideias.
Há dias, em uma reunião esta minha opinião valeu a dispensa para que eu não possa mais dar catequese, porque estava a contrariar a opinião de uma catequista, futura responsável da catequese, claro que ela não disse que foi isto… Já que estão em reflexão mando esta partilha para que as conclusões possam ser assentes em realidades concretas
Floripes Fernandes