Vou trabalhar todos os dias para dar alegrias aos adeptos da Académica

Foto Gonçalo Manuel Martins

O que lhe passa pela cabeça quando faltam poucos dias para a sua estreia?

Não há lugar para nervosismo, mas sim alguma ansiedade natural por começar a fazer algo por que sempre esperei. Sinto uma vontade enorme de começar a trabalhar para conseguir os objetivos a que a Académica se propôs e também aqueles que tenho em mente e que, na verdade, não são muito diferentes. É o início de uma nova etapa da minha vida. Sei que tenho muito ainda que aprender, mas também muito para dar ao projeto da Académica.

É uma sensação parecida com a estreia como jogador? Ainda se lembra?

Comecei a jogar com 11 anos… penso que foi no campeonato distrital do Porto, pelo Boavista. Lembro-me acima de tudo da felicidade que foi poder fazer um jogo oficial, com árbitros e duas equipas trajadas a rigor para fazer um jogo de futebol. Acho que este foi o maior entusiasmo.

Alegria idêntica por cumprir mais uma etapa?

Sem dúvida. Há algo que me move no futebol que é a paixão que tenho pelo desporto. Continuo a manter a mesma paixão que tinha enquanto jogador, a dedicação e devoção por um desporto que me fascina e onde sei que ainda há bastante para evoluir. Se puder contribuir para essa evolução já fico satisfeito, mas gosto mesmo é de estar integrado neste mundo que o futebol envolve.

Sempre foi um jogador a quem reconheciam influência dentro de campo. Sente que tem mais influência no jogo como treinador, ou quando era jogador e capitão?

Durante os 90 minutos, sem dúvida que um capitão poderá exercer melhor essa função que o treinador. O treinador pode intervir no início do jogo, ao intervalo e quiçá, numa ou outra paragem do jogo. Mas, efetivamente, dentro do campo, a função de um capitão continua a prevalecer na passagem das ideias gerais.

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One Comment

  1. FORÇA BRIOSA !

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