Manuais escolares são cada vez mais caros e com menos qualidade

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A menos de um mês de distância, o início do novo ano letivo poderá não prenunciar as polémicas de outros tempos – apesar do já decidido e logo contestado aumento do número de alunos por turma no ensino básico –, mas anuncia-se desde já sob o signo do novo acordo ortográfico para a língua portuguesa.

E do processo de entrada em vigor das novas regras da ortografia parecem não “saber” muitos pais e alunos. Os pais, esses, mostram-se muito mais preocupados com o preço elevado e a “fraca” qualidade dos manuais, do que propriamente com o facto de estes estarem ou não de acordo com a nova forma de escrita da língua portuguesa.

Mais informação na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS de 18 de agosto

2 Comments

  1. M.Fernandes says:

    Desculpem a minha ingenuidade,mas pergunto,que é feito dos manuais uzados pelas crianças que passam de classe?Porque que os livros no 1ºCiclo não são gratuitos?Isto à imagem de muitos Países da Europa,e quando estes são danificados ou não devolvidos os Pais são obrigados a repor o valor dos mesmos.

  2. Eu pergunto também: Porque razão os livros de Estabelecimento para Estabelecimento e/ou de ano para ano têm que ser diferentes?? Pois se assim não fosse haveriam muitas crianças a utilizar os mesmos livros dos irmãos, primos e até conhecidos e sem necessidade de obrigar os pais a gastar mais dinheiro, é o meu caso que tenho dois filhos a estudar em anos diferentes.

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