João Rebelo preocupado com a “não decisão” do Governo sobre o Metro

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Os locais de maior intervenção das obras do Metro Mondego foram visitados, esta quarta-feira (10), pelos jornalistas e administração da sociedade.

Ao todo, são 30,6 quilómetros de extensão de obra entre Serpins (Lousã) e Alto de São João (Coimbra) que estarão concluídas até ao final do ano e que só terão sentido, segundo João Rebelo, se forem tomadas decisões do Governo relativamente às cinco empreitadas que já estão prontas a consignar e ao financiamento para as obras.

“O que está a atrasar o projeto foram os vários e longos períodos em que não houve decisões”, refere o administrador-executivo.

Versão completa na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS de 11 de agosto


9 Comments

  1. Fernando Coimbra says:

    E agora pergunto, com milhões de euros já investidos e que são os impostos que todos nos pagamos, para-se a obra e tudo isto fica á merce dos vandalos, que não tenho duvida nenhuma vão intervir caso a obra seja abandonada.

  2. o Metro Mondego tem de ser entregue à uma empresa privada para explorar do tipo Barraqueiro,Transdev etc. Além disso,os veiculos podem ser train-tram alugados à Metro do Porto ou a operadores do norte da Europa(França tem veiculos dos anos 80 e 90 em Grenoble,Nantes,Rouen..que poderiam serem comprados a bom preço e adaptados a Coimbra) : sem o troço urbano o projecto não tem viabilidade !!!:

  3. cristina henriques says:

    Uma grande bronca…e aquela gente que comprou casas em frente dos apeadeiros para terem mais qualidade de vida???
    Agora é o que se vê!!!

  4. Ora aqui temos o que este menino sempre disse! Foi-se a Certeza do COMBOIO e ficou a Promessa do METRO!! Mas há gente burra que pensa que é esperta e nunca há-de abrir os olhos da mente para a realidade do mundo em que estamos a viver neste tempo presente! Ninguém conte com melhores dias..apesar das promessas bonitas e das palavras falaciosas com que alguns se banqueteiam a dar música aos símplices deste burgo chamado Linha da Lousã!

  5. Ora venha de lá o comboio entretanto enviado para a renovada linha que serve a cidade de Beja e venham os carris que estavam tão bons que têm vindo a ser aproveitados para a quarta via da linha de Sintra, entre Monte Abraão e o desvio para Mira-Sintra / Meleças!

  6. Isto a mim dá-me "furnicoques" nos miolos, ver que se brinca com milhões como se fora tostões.. espero que o Governo seja sensato e não estrague mais dinheiro, para além daquele que já foi mandado janela fora, por culpa de promessas políticas e de ideias megalómanas da ex-secretária de Estado, Ana Paula Vitorino.

  7. Tenho pena dos que usavam o comboio diariamente se terem abstraído na sua maioria de participarem nos eventos e reuniões cívicas do Movimento de Defesa do Ramal da Lousã pois agora.. têm o que queriam! A mim que estou em Lisboa não me afecta muito, mas lamento tudo isto!!

  8. Porque é que não pensam numa solução de "metro sem carris" ( no fundo, um troley articulado da nova geração) do género da que vai ser adoptada na ligação do metro na Amadora ao Dolce Vita Tejo, que é muito mais barata e não obriga a esburacar a cidade para meter os carris?

  9. Conimbricense says:

    As mentes megalomanas do nosso Portugal abriram para a poliferação dos metros. Não há ninguem que não queira ter um "metro", é chique e…..dá milhões é claro. Faça-se uma auditoria honesta ás contas do metro Mondego e vamos ver as grandes surpresas do desbaratamento dos dinheiros. Só em ordenados aos ditos administradores que não administraram nada só se administraram, são balurdios,fora as demais despesas para tudo a para nada de positivo. Como cidadão, zé pagante, e não necessitado do dito metro, também concordo que as obras no estado em questão não devem parar, mas não para ser colocado o dito metro mas sim um meio de transporte digno das gentes que vivem naquele troço de via, Miranda, Lousã, Serpins e que duma maneira geral fazem a sua vida em Coimbra. Agora o metro na cidade de Coimbra……deixem-se disso, é mais um elefante branco a somar aos que já temos e que são sorvedores dos nossos impostos. Veja-se a falencia do Metro do Porto,do de Almada.

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