Há 25 anos trocou a baliza da Naval pelos microfones da rádio da Figueira da Foz

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Foto de Jot´ Alves

Baía para os amigos e para o mundo do futebol, José Leonardo é o mais antigo radialista da Figueira da Foz: há um quarto de século que faz ouvir a sua na Foz do Mondego Rádio, onde anima as primeiras horas da manhã, de segunda a sexta.

 

Ainda se lembra do seu primeiro programa?

Sim. Chamava-se “Transatlântico”. Era um programa de continuidade com música que estava na moda. Na altura, a rádio era pirata, como todas as rádios locais. Tínhamos o emissor na casa de banho. Os estúdios estavam no Posto de Turismo de Buarcos. Trabalhávamos por amor à camisola, não recebíamos nada.

Quais são as principais diferenças entre a rádio que se fazia há 25 anos e aquela que se faz hoje?

Há 25 anos, não podíamos estar a fazer o que estamos a fazer agora, ou seja, gravar a entrevista ao mesmo tempo que a emissão está no ar, porque só havia um estúdio. E, depois, há toda uma evolução tecnológica. A diferença é enorme: já não põe a publicidade em cassete, não há discos de vinil, a rádio está computorizada e a programação pode ser automatizada.

Por que é que decidiu trocar a baliza da Naval pelos estúdios da rádio?

É simples: na rádio, encontram-se locutores com 70 anos, mas no futebol não se encontram jogadores com 50 anos. Portanto, é preciso saber parar. (…) Deixei o futebol com 34, 35 anos.

 

Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de hoje (sexta, 19) e de amanhã e às 22H00 de domingo.

 


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