Festival de Internacional de Xadrez da Figueira da Foz acaba por falta de apoios da FGT

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Miguel Babo

O VIII Festival Internacional de Xadrez da Figueira da Foz não se vai realizar. Assim, de 29 de outubro a 6 de novembro já não se fazem jogadas de mestres e aprendizes. A organização distribuiu esta quinta-feira (4) um comunicado pelas redações, assinado por Miguel Babo, intitulado “FGT faz placagem ao festival”. 

A organização acusa pois a empresa municipal FGT de ter feito xeque-mate ao festival. “Chegou ao fim o evento que trouxe à Figueira da Foz alguns do maiores nomes do xadrez mundial e que no ano passado contou coma participação de 18 países”. É assim que começa o comunicado.

A contribuição da FGT, continua, representava 10 por cento do valor total do torneio, avaliado em 50 mil euros”. Os restantes 90 por cento do orçamento eram assegurados por patrocinadores privados.

“Ciente deste facto, a FGT e a Câmara da Figueira da Foz decidiram não tornar viável o festival”, atira Miguel Babo.

Numa “placagem bem dura, foi assim ao chão o evento que melhor combatia a sazonalidade na cidade. Levou a melhor o rugby e a organização coimbrã, que soube capitalizar a simpatia e os recursos da autarquia figueirense”, conclui.

Isabel Maranha Cardoso, atual administradora executiva da FGT, explica ao DIÁRIO AS BEIRAS que o pedido de apoio não constava do plano de atividades da empresa municipal. “Lamento não poder apoiar o evento, e não imaginava que o nosso apoio fosse determinante para a sua realização”.

2 Comments

  1. mondegomouth says:

    Claro que não, a srº vereadora não pensa, apenas se vê ao espelho e imagina para consigo, "és o centro do mundo" o resto não vale a pena imaginar.
    É mais uma como o mundial de enduro.
    As teias de aranha e o bafio estão novamente a tomar conta da cidade.
    Volta Santana vem novamente abrir as janelas e arejar as mentes Figueirenses, Se não quando der-mos por ela somos 1 aldeia grande á beira do rio que nem sabe-mos que existe mundo para lá dele.

  2. Uma pergunta à Câmara da Figueira e à empresa FGT. A doca lado norte foi cedida à APTM para exploração de barcos de recreio, com a desculpa de haver necessidade de captar como turistas e de dar assistencia às centenas de veleiros que passavam mensalmente ao longo da nossa costa. Cobardemente, atacaram-se os detentores de barcos de pesca costeira para, a bem ou a mal, desaparecessem do local onde os tinham ancorados e onde procediam a diversas reparações nas mesmas embarcações! Os "botes" acabaran por apodrecer e os pescadores acabaram por morrer alguns (o meu pai foi um deles) e outros fartos de serem atacados pela câmara e APTM, acabaram por desistir! Digam-me a quem é que a APTM paga renda pela ocupação do espaço desde à várias decadas?

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