Encerramento das oficinas ferroviárias da EMEF na Figueira da Foz é “irreversível”

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O presidente do conselho de administração da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF) considerou esta quarta-feira (3) “irreversível” o encerramento das oficinas da Figueira da Foz, sustentando que a decisão é do conhecimento dos sindicatos e trabalhadores.

“Pretende-se encerrar as instalações da Figueira da Foz. É uma situação que não é novidade, tem muitos anos, e os trabalhadores sabem-no muito bem, temos vindo a discuti-la”, disse Carlos Frazão à Lusa, no dia em que pouco mais de 20 trabalhadores oficinais da Figueira da Foz reuniram em plenário e desfilaram até à câmara em protesto pelo anunciado fecho das instalações.

“Não podemos ter trabalho fictício”, alegou, referindo que a manutenção em funcionamento das oficinas da EMEF na Figueira da Foz “representa custos imensos” para a empresa.

O responsável sustentou que a decisão de fechar o grupo oficinal da Figueira da Foz, onde laboram 34 trabalhadores, está tomada, “é irreversível” e deverá concretizar-se no final de novembro.

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