Relatórios forenses confirmam capacidades de homicida de Montemor-o-Velho

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Arquivo - Gonçalo Manuel Martins

A estratégia da defesa insiste em tentar provar a inimputabilidade ou imputabilidade diminuída de Mário Pessoa, 42 anos, autor confesso da morte da mulher, Manuela, 35 anos, e que não assume a morte do cabo Dias da GNR.

Porém, os últimos relatórios dos exames forenses convergem no sentido de lhe não diagnosticarem patologias que possam diminuir a sua imputabilidade.

Na sessão desta quarta-feira (20), no Tribunal de Montemor-o-Velho, o psiquiatra Ferreira Almeida reafirmou que Mário Pessoa não sofre de doenças do foro psiquiátrico e agiu com “inteligência, vontade e consciência”.

Toda a história na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS de 21 de julho

5 Comments

  1. O teu advogado bem que tenta, mas a verdade vem sempre ao de cima. De DOÍDO não tens nada!

  2. Sisnando says:

    Matem esse animal!

  3. Porque será que sempre que alguém comete um crime tão violento como este, há sempre alguém que tenta desculpar o criminoso com inimputabilidade? Claro está que quem faz o que esta pessoa fez não pode ser considerado uma pessoa normal, mas por isso mesmo deverá estar privada de liberdade, para que pessoas normais possam viver as suas vidas de forma normal, pois quem faz uma vez, fará mais. Enquanto existirem advogados que a troco monetário defendem qualquer crime nunca existirá justiça.

  4. justiça precisa-se

  5. pena maxima é pouco só queimado vivo

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