Pesca do meixão acaba em prisão e trabalho comunitário

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Três homens foram condenados a 120 horas de trabalho comunitário e a seis meses de pena de prisão (suspensa), pelo Tribunal de Montemor-o-Velho, por terem sido apanhados com três exemplares de meixão (enguias bebés).

Para além dos três exemplares do meixão, os indivíduos – com 22, 26 e 30 anos –, tinham ainda na sua posse 16 covos, um peneiro e três caixas para transporte do meixão.

A detenção, de acordo com informação de fonte do comando de Coimbra da GNR ao DIÁRIO AS BEIRAS, ocorreu na madrugada de quarta-feira, quando os três homens que estavam munidos de lanternas chamaram a atenção de elementos da Equipa de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR.

As detenções aconteceram na foz do Rio Arunca, em Vila Nova da Barca, no concelho de Montemor-o-Velho.

Avistados pelas lanternas das autoridades, os homens puseram-se em fuga para um local próximo e, mais tarde, foram intercetados, identificados, e detidos. Acabaram por confessar o crime.

Ainda ontem foram presentes ao juiz no Tribunal de Montemor-o-Velho e condenados a trabalho comunitário e pena de prisão suspensa.

Recorde-se que o meixão pode atingir um valor de 400 euros o quilograma.

One Comment

  1. È pena que não haja prisão efectiva para quem mandou construir o açude em Coimbra que á 30 anos não deixa passar um peixe que seja para montante tambem devia de haver prisão para quem manda colocar portas como as do Rio Pranto como as do Rio de Fôja as do velho mondego as da vala de Anços e outras mais pequenas que temos desde a Fig da Foz ate Coimbra é uma vergonha em todas essas PORTAS a agua só tem um sentido que é para Baixo temos umas centenas de KM de valas em todo o Baixo Mondego em que não entra um peixe é uma vergonha com os investimentos que se fizeram para se fazer uma cultura anual e nãoserem aproveitadas todas essas valas em Espanha e França a pesca do meixão é autorizada enão falta enguias.

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