Escolas privadas vão para tribunal

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A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) quer juntar-se à Associação Portuguesa de Escolas Católicas (APEC), sua associada, que já anunciou a decisão de processar o Estado, alegando “má fé e falta de respeito” em relação aos contratos assinados com os estabelecimentos privados para este ano letivo.

A posição da AEEP foi discutida, anteontem, numa reunião em Coimbra. Para além das duas associações, participaram ainda representantes da Federação Nacional das Associações de Pais das Escolas Católicas, da Associação de Professores do Ensino Particular e Cooperativo e do Fórum para a Liberdade de Educação.

Em declarações ao DN, o presidente da assembleia-geral da AEEP adiantou que foi decidido criar um gabinete de crise e atuar a nível global. “Estamos a considerar uma manifestação nacional e a intervenção nos roteiros presidenciais”, precisou Alfredo Cerca.

Por seu turno, citado pela agência Lusa, o presidente da APEC reclama a reposição, por parte do Estado, da contratualização inicial. “Ou, pelo menos, que seja negociada de maneira clara, sem má fé, um pressuposto financeiro que torne viável a continuidade do ensino particular e cooperativo”, afirmou o padre Querubim Silva, também diretor do Colégio de Calvão, em Vagos.

O responsável afirmou-se ainda disponível para o regresso às negociações “de uma maneira séria”, com “custos claros na mesa, quer da parte do ensino estatal, quer da parte do ensino cooperativo e particular”.

One Comment

  1. por mim acabavam-se com os apoios às escolas privadas, nos locais em que houvesse uma alternativa pública de qualidade.

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