Editorial: Tempo de mudar

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Em pouco tempo, muita coisa mudou e vai continuar a mudar, em Coimbra, no que respeita aos protagonistas públicos.

Há dias, como se sabe, a mudança foi na presidência da câmara, com um a abandonar e o segundo a subir a primeiro. Dentro de um mês será o reitor, mas aqui nem há abandonos nem garantias de promoção automática de segundo a primeiro.

Na política, há eleições frequentes, mas não é todos os anos que mudam os líderes distritais dos dois maiores partidos. A verdade é que, em outubro mudou o do PS e em fevereiro será o do PSD.

Um corrupio, portanto. Mas, se alguns lugares mudam de dono outros há que pura e simplesmente o “perdem”: foi já o que sucedeu no Metro Mondego e serão, em breve, os casos dos HUC e do CHC – de onde saem dois para ficar um.

E há mais: na Académica, com eleições marcadas para meados do ano, o mais certo é haver novo presidente, seja por vontade de José Eduardo Simões seja por vontade dos sócios sou seja, mesmo, por vontade da Justiça.

Tanta mudança merece que seja expresso um desejo prévio: que se refresque a energia, que se remova a inércia, que se renove a esperança.

Por falar em mudança, também o DIÁRIO AS BEIRAS está a mudar. Aqui, porém, a mudança é partilhada com o nosso universo de leitores, anunciantes, amigos. A todos lançámos e reiteramos o desafio: escrevam-nos e deixem as vossas sugestões. A vossa satisfação é a nossa satisfação.

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