CoimbraiParque ganha reforço de 30 por cento

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O incentivo comunitário ao iParque passa de 50 para 80 por cento. Um reforço garantido pelo QREN que vai permitir pagar os empréstimos bancários contraídos para o arranque da primeira fase e antecipar a conclusão de todo o projeto.

Satisfeito, está Norberto Pires que com o aumento do incentivo se vai ver livre de dores de cabeça maiores provocadas pelos empréstimos, pelos juros altíssimos e, na fase complicada que o país atravessa, poder escapar, ainda, às dificuldades que já se sentem no acesso ao dinheiro para continuar uma obra que considera fundamental para Coimbra e para a região.

“Para além de pagarmos as dívidas, podemos fazer outros projetos sem o recurso à banca o que é, neste momento, crucial para nós”, explica Norberto Pires, sublinhando que se trata, sem dúvida, de uma otima notícia para a cidade e para os empresários que abraçaram esta aposta.

É claro que não se trata apenas de uma benesse a Coimbra – onde contempla o iParque e o IPN – ou a Cantanhede – onde é contemplado o Biocant.  “Esta decisão surge na sequência de um acordo entre a Associação Nacional de Municípios Portugueses e o Governo e pretende beneficiar os alunos – autarquias em particular – que se portaram bem. E nós portámo-nos bem, fizemos obra mesmo com o dinheiro contado e mais caro”, afirma Norberto Pires.

Admitindo que esperava um reforço do incentivo lá para 2012, o responsável pelo iParque explica que os responsáveis governamentais decidiram contemplar os projetos que “gastaram bem a verba que lhes tinha sido garantida pelo FEDER”. “E o iParque está classificado como um bom aluno, por que executámos bem e por que todos os investimentos foram considerados legíveis. É claro que nunca pensei que esse reforço chegasse aos 80 por cento, mas não deixa de ser um reconhecimento público do esforço assumido, bem como uma forma de ajudar o país a gastar o dinheiro disponível neste quatro comunitário”, afirma. Dinheiro esse que, se não for gasto, terá de ser devolvido.

Quem não ficou indiferente à (boa) notícia foi também o presidente da Câmara de Coimbra. João Paulo Barbosa de Melo reconhece que se trata de uma excelente notícia demonstrativa de uma política que deve ser desenvolvida para bem do país. “Em vez de estarmos todos a fazer mais obras, deve incentivar-se as que estão em curso e que são fundamentais para a afirmação e desenvolvimento dos concelhos”, afirma, reconhecendo que o iParque é uma das âncoras principais para a economia local e regional.

Desta forma, o autarca reconhece que este incentivo será uma almofada financeira importante capaz de acelerar a conclusão do projeto e, consequentemente, cativar mais empresários e mais projetos novos.

2 Comments

  1. josé Sokas says:

    Mais um TGV… Esse iparque vai ter 90% de empresas que vendem computadores e fazem paginas de internet.. Grande investigação..
    Deixa-me rir.. Gastem mas é o dinheiro a repor a linha da Lousã que serve melhor a população de coimbra e deixem-se de investiganisses..

  2. e depois vamos todos de metro para Coimbra para trabalhar em…. nada

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