Reproduziam envelopes de correio azul na Figueira da Foz

Uma sucessão de equívocos e de desconhecimento de certas regras é como a Polícia Judiciária (PJ) interpreta a contrafação de envelopes de correio azul, dos CTT, por uma tipografia da zona da Figueira da Foz.

A Diretoria do Centro daquela polícia de investigação criminal revela em comunicado ter constituído arguido um homem de 39 anos, e remetido o processe para o Ministério Público com proposta de acusação.

Uma funcionária recente de uma empresa deparando-se com a falta de envelopes de correio azul decidiu encomenda-los a uma tipografia, e o seu responsável desconhecendo que o não podia fazer tratou de satisfazer a encomenda de 500 exemplares.

De acordo com a nota de imprensa, em finais do mês de novembro último começou a ser detetada correspondência postal com envelopes próprios para correio azul que se apresentavam contrafeitos, tendo sido, de imediato, apreendidos 28.

Posteriormente, já no decurso da investigação, foram apreendidos, na tipografia mais 454 envelopes do mesmo tipo, ainda por utilizar, acrescenta.

O homem constituído arguido, o responsável pela tipografia, viu ser-lhe aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência, adiantou uma fonte da PJ.

A mesma fonte justificou a difusão da nota de imprensa também para “alertar as populações para a necessidade de se cumprir a lei”, e de que “não se pode reproduzir tudo”.

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