Quebra de encomendas e contratos preocupa trabalhadores dos estaleiros da Figueira

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Preocupados com a difícil situação que atravessam os Estaleiros Navais do Mondego – uma redução significativa de contratos e encomendas em 2010 – os trabalhadores alertaram a União de Sindicatos de Coimbra (USC/CGTP-IN) para a problemática. Sexta-feira, dia 10, reuniram-se em plenário para abordar a evolução da situação laboral na empresa de construção naval.

Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, António Moreira confirmou as dificuldades que a empresa atravessa, transversais a todo o setor de atividade, mas ressalvou: “não é uma situação que se coloque já de grande risco”.

Contudo, o futuro da empresa pode depender de um contrato, explicou o coordenador da USC/CGTP-IN. Com 60 trabalhadores, a carteira de encomendas dos Estaleiros Navais do Mondego está, neste momento, vazia. A assinatura de um contrato para a construção de uma embarcação, adiantou o sindicalista, “está presa por detalhes”. E pode ser a boia de salvação dos estaleiros.

Aguarda-se agora pela decisão da banca em apoiar ou não a referida construção. “Se não houver contrato, a situação ficará bem mais grave e preocupante”, afirmou António Moreira. Por enquanto, porém, os salários estão a ser pagos, garante. Em janeiro, realiza-se novo plenário, “no sentido de fazer um ponto de situação mais rigoroso”, depois de já ser conhecida a decisão da banca.

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