“Poderes” mandam, razão oculta-se

Intromissões – O Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, ÚNICO E LEGITIMO HERDEIRO DO TRONO DE PORTUGAL, declarou, a propósito das comemorações (sem subsídios do Estado) do DIA DA RESTAURAÇÂO – 1º de Dezembro de 1640, que “ a Intervenção do FMI põe em causa a nossa soberania de forma humilhante”. Claro que põe. Intervenção que é uma consequência de uma má governação que se vem acentuando nos últimos anos. GOVERNAÇÃO de ALGUNS mas não, certamente da NAÇÃO. Ou PÁTRIA, se preferirem, embora a “cultura” predominante desde o descalabro que foi a chamada Revolução Francesa foi esta a preferida.

MARCARAM – A inauguração da CASA DE ESCRITA, na residência que foi do Poeta João José Cochopel, centro de encontros da Juventude, divulgação de CULTURA. Ficou bem à Ministra da (In) Cultura, Isabel Alçada, ter presidido ao acto, que encerrou. Os Oradores, José Carlos Seabra Pereira, a quem passou a caber a direcção da Casa, Maria José Azevedo Santos, Vereadora da Cultura, Carlos Encarnação, Presidente e Eduardo Lourenço, sempre lúcido, sereno e brilhante, que evocou as memórias daquelas maravilhosas paredes. Filha de João José emocionou-nos com os tempos ali passados e a recordação de seu Pai, acompanhando-a seus netos e bisnetos e Maria de Jesus Barroso Soares. Violinistas encheram a sala de Música, em belíssimo complemento. E as salas cheias.

E marcou o livro de Carlos Encarnação e apresentação pelo Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa. Foi uma noite cultural, de testemunho de coragem e transparência que seria bom marcassem todo o percurso dos jovens Políticos pois o PASSADO É PASSADO e ELES são o nosso FUTURO. “A justiça transparente…”

Afirma – a Carlos Encarnação, afirmo-a mas não a tenho (temos). Assim se mata, impunemente, assim se morre. Para não falar nos grandes interesses financeiros de certos poderosos que, por terem dinheiro são poderosos e se sobrepõem à transparência e à legalidade da “res pública”, mandando e ordenando máquinas administrativas, “remunerando-as”, se lhes obedecem, trucidando-as se tentam manter a honra e a integridade.

A NÃO PERDER – O lançamento, em Coimbra, da obra de José de Moura Calheiros, Coronel Pára-quedista, “A ÚLTIMA MISSÃO”. Dia 14 deste mês, às 18 horas, no BLI – Brigada Ligeira de Intervenção. De Angola, a Moçambique, novamente á Guiné e depois deteve vários comandos superiores, entre os quais o de Comandante do Batalhão de Instrução, Comandante do Regimento de Caçadores Pára-quedistas e Comandante da Escola de Tropas Pára-quedistas, nos seus três últimos anos de actividade como militar (1977-1981) desempenhou funções de Chefe do Maior do Corpo de Tropas Pára-quedistas. E não acabou licenciado em Finanças pelo ISCEF, continuou a desempenhar funções importantes agora em actividade civil. Como nota importante, “os pára-quedistas nunca abandonam os seus ”, em Março de 2008, regressa à Guiné integrado numa Missão da Liga dos Combatentes destinada a exumar, em Guidage, os cadáveres de três militares pára-quedistas e de outros sete do Exercito. Missão na qual teve papel preponderante a insigne Investigadora da nossa U.C., a Prof. Doutora Eugenia Cunha

BASTA DE MANIPULAÇÕES! Li a notícia no último momento. As vítimas da manipulação foram “alunos (e as alunas?) da E.S. de Avelar Brotero, em Coimbra” outros se seguirão, de certo. “Uma psiquiatra e dois agentes da P.S.P. falaram sobre violência doméstica, numa parceria entre o gabinete do aluno e a biblioteca escolar”.

Sem tempo, menciono apenas que o exemplo da sodomia “serviu para a psiquiatra passar a mensagem de que a denuncia de casos de violência doméstica (…)”, segundo ela se deve ao facto de que “a mulher foi diabolizada ao longo dos séculos, por via da educação judaico-cristã e da influência das ideias bíblicas que fazem da mulher a origem do pecado”. Onde estava o “contraditório”, Senhores responsáveis da Escola? A Senhora Psiquiatra “arma-se” em laicista (não ler laica) e manipula os Jovens presentes na sessão! Até ao próximo.

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