“Já não há lugar para amadorismos”, defende Luís Pinto (com som)

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Luís Pinto

 

Luís Pinto é um tenor figueirense e equaciona dedicar-se exclusivamente à música. Atua hoje (31) no espetáculo da passagem de ano “Eleven”, na avenida 25 de Abril.

P- Há duas semanas assinou o seu primeiro contrato profissional, quando atuou no Centro de Artes e Espetáculos (CAE). Foi o reconhecimento que procurava?

R- Acima de tudo, foi o respeito pelo trabalho realizado. Fui tratado como um artista nacional. E até internacional, porque tive a honra de assinar o Livro de Honra do CAE.

P- Sentiu que santos da casa afinal fazem milagres?

R- Sim. Numa segunda-feira, 19 de Março deste ano, enchi o Casino Figueira. Foi quase épico, num dia de chuva e de frio, dois dias depois de Stacey Kent, artista de renome internacional, ter tido meia casa. Ora, isto é sintoma de alguma mudança e que os santos da terra ajudam os seus filhos.

P- Escolheu ser tenor, ou foi a sua voz que o empurrou para esse registo?

R- Foi a minha voz que me empurrou. Não é tenor quem quer, é tenor quem pode. Participei num concurso em Itália e foram-me atestadas as minhas capacidades líricas como tenor.

P- Teve aulas de canto, mas é um autodidata por excelência…

R- Acima de tudo, sou um autodidata. Tive aulas de canto durante dois anos mas neste momento não as posso ter porque são bastante caras.

Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra em www.asbeiras.pt, a partir das 19H30 de hoje, 31, e no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de hoje e de amanhã e às 22H00 de domingo.

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