Portugal tem futuro?

Creio que tem, e terá e poderá ser o porta-estandarte deste novo arranque em prol da humanidade. Não terá salvação? – Se tem!

– Os mais humildes são os mais sábios, porque contrapõem: – se os ricos passarem a investir todos os seus excedentes; – se as regiões passarem a usufruir do rendimento do que lá se produz; – se 75% do que consumimos for cá produzido só 25% de toda a energia humana, animal e vegetal será para o comércio mundial (Global). Todo o país tem o direito e o dever de ter a sua própria reserva estratégica – energia alimentar, medicamentos, energia mecânica; a globalidade tem os seus limites – toda a aprendizagem deve pressupor ou impor que em cada etapa dessa aprendizagem tenha uma saída profissional;

– Isto aplica-se a todo o mundo para que não haja fome e haja trabalho para este desiderato, ensinar a criar condições para vencer a fome, não através de dádivas, mas de trabalho e produção do próprio, para sobrevivência e subsistência;

Os Políticos estão desacreditados.

– Como não houvera de ser assim, se nas intervenções num Parlamento ou Assembleia só aplaudem os seus, mesmo dizendo um aglomerado de iniquidades?

– Se sapateiam ou assobiam as verdades ditas por um opositor ou adversário?

Justiça – Para iniciar a justiça basta uma carta anónima, uma denúncia sem rosto, uma suposição que é a arma, desde logo, para a oposição;

– O segredo de justiça é tão segredo, que , antes de ser justiça, é notícia da televisão, da comunicação… é badalado em todos os cantos, soalheiros e esquinas…

– Chama-se a isso direito à informação. E o direito à honra e ao bom-nome? Notícia falsa desacreditará, é uma mancha sem retorno na imagem de uma família.

Estado – Grande parte dos Estados são vorazes, levam-nos 60% do que ganhamos em impostos directos e indirectos a até poderão criar impostos para uma dádiva a um filho ou neto que ultrapasse determinado valor ou patamar… Que liberdade temos então?

– O país está mal, temos que o erguer, mas seja com esforço colectivo, com ânimo e motivação e não através de golpes sujos de cabaré.

Os Partidos – O funcionamento dos partidos é um insulto à liberdade;

– O seu comportamento é sobreponível ao que exibe em espectáculo público na Assembleia da República ou Parlamento.

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