Milhares de euros em catálogos por vender no CAE da Figueira da Foz

Nem por menos de metade do preço querem comprá-los. Nos armazéns do Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz encontram-se milhares de catálogos de exposições realizadas pelas anteriores administrações.
Por exemplo, o de António Viana custou 30 mil euros, o de Francisco Simões quase 49 mil. Pela exposição do primeiro artista, com tudo incluído, o CAE pagou 69,4 mil euros e pela do segundo 133 mil euros.
Na cave do equipamento estão milhares de exemplares de catálogos que ninguém quer comprar. A nova administração está a tentar diversas soluções para escoar os livros, entre as quais a possibilidade de poderem vir a ser vendidos em editoras e cadeias de lojas especializadas.
Entretanto, os são oferecidos a entidade e personalidades em visita oficial e em ações de promoção. “Isto é um exemplo da má gestão que o CAE tinha”, disse o vereador António Tavares aos jornalistas (ver mais na edição impressa de amanha, 25).














