É preciso a “voz encantatória” para refundar o Estado

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Tempo. É tempo de emergências, de mudanças. Adriano Moreira inquieta-se com o tempo. “Quem perde o tempo, perde o tempo dos outros, que é o futuro de todos”, diz frequentemente. Mas, no Casino Figueira, sábado (27) à noite, o tempo foi de homenagem ao antigo ministro do Ultramar e do Estado Novo.

Um homem de “efetivo pensamento”, de “obra feita e prolongada”, “que cultiva a esperança de uma convergência humana que some e não destrua”. Um homem que pensa e que tem feito trabalhos no domínio da “construção civil”. Ouviram-se estas e outras razões para justificar “uma decisão que a inteireza de uma vida inteira continua a justificar”, referiu João Barata Moura.

O Prémio Hispano 2010. “Nunca imaginei que pudesse um dia estar aqui para receber o prémio desta academia”, disse o homenageado. E como é sobre o tempo, e os tempos, que reflete e leva os outros à reflexão, foi ao tempo atual que dedicou a sua palavra. Ao país e ao Ocidente, responsável pelo “relativismo total dos valores”.

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