Duas boas razões para visitar o CAV

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Coimbra. Encontros de Fotografia. Pátio da Inquisição. Centro de Artes Visuais. CAV. O património – o edificado e aquele, material e imaterial, que foi construído nas três décadas que leva o festival que colocou a cidade no mapa da contemporaneidade no que às artes visuais diz respeito – é imenso e é ainda tão (des)conhecido e (des)valorizado na cidade. Razão suficiente para partir à descoberta do CAV, que hoje mesmo abre duas novas exposições no centro da vanguarda artística mundial.

“Lighten Up”, de João Onofre, com curadoria de Marc-Olivier Wahler (diretor do parisiense Palais de Tokyo), e “The G Modernity Stands for Ghosts”, do sueco Runo Lagomarsino, comissariada por Miguel Amado, abrem esta noite, quando forem 22H00, no CAV.

De acordo com uma nota da produção, ambas as exposições estarão patentes no CAV até 27 de fevereiro de 2011.

“Lighten Up”, de João Onofre, reúne uma série de obras, todas criadas no período entre 2006 e 2010 e nunca antes expostas como um todo em Portugal. A intenção é “revelar assim a consistência do corpo de trabalho de João Onofre”.

A exposição apresenta diferentes media, desde performance a desenhos baseados em texto e fotografia, até ao vídeo, meios através dos quais o artista português tem vindo a articular o seu trabalho.

Uma nova performance do autor, “Untitled (La nuit n’en finit plus)”, de 2010, será interpretada a capella por Beatriz Mateus na inauguração, mas também durante e no encerramento da exposição no CAV. Acompanha a mostra de João Onofre um catálogo bilingue (português/inglês) a reunir textos de Marc-Olivier Wahler, Carlos Vidal e Giorgio Agamben, com um CD inédito a reunir temas musicais de autores de diversas nacionalidades, compilados por Joakim Bouaziz.

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