Bailinho do apito

Foto de Luís Carregã

Domingo é dia de “confessionário”. Nas bancadas dos estádios, por esse país fora, ninguém se lembra da crise, e tudo, na maior parte das vezes, porque há um homem de apito na boca, que se torna o alvo de todas as atenções.

Palavrões e insultos são tudo menos o cenário ideal quando estamos a falar de jogos com jovens de tenra idade… mas há quem se ponha a jeito.

Ontem, no Luso, os 80 minutos da partida saldam-se em quatro amarelos e uma expulsão. Numeros anormais para um jogo de jovens… mais ainda se dissermos que nenhum cartão foi mostrado para sansionar alguma falta e foram todos para o mesmo lado, no caso, para a Académica. Quanto à expulsão, o visado foi o técnico dos estudantes, por alegadas palavras.

Se o alvo de todos os insultos, por parte dos adeptos academistas, foi o árbitro aveirense, o auxiliar do peão foi o alvo a abater para os visitantes, já que o Padroense viu a bandeira levantada por diversas vezes.

Quanto à bola na relva, a Académica entrou mal, mas controlou o jogo. Reverendo, na 1.ª parte, podia ter marcado por duas vezes. Na 2.ª parte, Miguel Rodrigues cabeceou à barra (49’), mas Lionel teve de se aplicar nos últimos minutos.

Académica 0
Lionel, Patrick Leitão, Gabriel Veloso, Miguel Rodrigues, João Neves, Samuel, Fábio (Xavier, 60’), Luís Borgs (Patrick Ferreira, 72’), Nuno Rodrigues, André Jorge (Brás, 78’) e Diogo Reverendo

Treinador Bruno Domingos

Padroense 0
Caio, João Oliveira, André Ribeiro, José Pedro, Marcelo Magalhães, Vítor Andrade, Ivo, Francisco, André Silva (Diogo Cardoso, 69’), França (Belinha, 78’) e Nuno Santos (Rui Sérgio, 57’)

Treinador João Brandão

Espetadores Cerca de 60

Árbitro Carlos Silva (Aveiro)

Auxiliares Miguel Coelho e Paulo Vieira

Amarelos Gabriel Veloso (17’), Nuno Rodrigues (22’), Lionel (55’) e Luís Borges (63’)

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