Antigos oficiais lembram RI 12 na Guarda

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Antigos oficiais que prestaram serviço militar no Regimento de Infantaria 12, que esteve aquartelado na Guarda, reúnem-se anualmente, evocando recordações colectivas e individuais.

A cidade voltou a ser, ponto de encontro de 70 ex-oficiais do R12, cuja divisa era “Firmes como rochas”. Como disse Abel Virgílio ao DIÁRIO AS BEIRAS, este regimento, que esteve instalado no edifício do antigo Convento de São Francisco, “constituiu um posto avançado de defesa do País. Teve guarnições militares na cidade da Guarda, recebendo sempre o melhor acolhimento e apreço da população civil guardense”. Para este ex-oficial, e um dos promotores do encontro, o Regimento de Infantaria 12 manteve “com as populações da região uma acção notável de cooperação cultural e social através de várias iniciativas de solidariedade, de prestação de serviços e de colaboração e divulgação”.

Abel Virgílio salientou o papel que desempenhou a Banda do R12, assim como o jornal, intitulado “Fronteiros da Beira”, e o programa emitido na Rádio Altitude, designado “A Voz do 12”.O programa do recente encontro convívio realizado na Guarda “teve um primeiro momento cultural sob as portas da velha Torre dos Ferreiros, para ali ser ouvida uma breve mas interessante palestra proferida pelo senhor coronel Casimiro Dias Morgado, guardense que foi oficial distinto no R.I.12 e na companhia da Guarda da GNR”, referiu-nos Abel Virgílio. O grupo de ex-oficiais foi também recebido no Museu da Guarda.

Uma visita à fábrica de lacticínios do Mileu onde o grupo foi recebido por Andrade Proença, antecedeu o almoço beirão servido numa unidade hoteleira da cidade “onde se narraram episódios interessantes dos tempos vividos na Guarda”, acrescentou Abel Virgílio.

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