A gastronomia é património imaterial

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Foto de Luís Carregã

A intenção já tinha sido anunciada e concretiza-se agora: a Direção Regional da Cultura do Centro, a Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas e o Turismo Centro de Portugal avançam para a realização do seminário “Artes culinárias – um património cultural imaterial”. O encontro está agendado para os dias 26 e 27 de novembro, no Centro Cultural de Vila Nova de Poiares.

Apresentado ontem em Coimbra, a iniciativa destina-se a um público académico mais ou menos especializado e, como destacou António Pedro Pita, tem a intenção de marcar uma realidade que, sendo factual, não se encontra afirmada como deve: a gastronomia e as artes culinárias estão, elas mesmo, na fundação do que é a cultura. São, portanto, como disse o diretor regional da Cultura do Centro, da “ordem do património cultural imaterial”.

Com gastronomia e arte culinária rima, desde sempre, turismo. Por isso, como disse Pedro Machado, a presença na parceria tripartida da Entidade Regional de Turismo do Centro. Quanto à presença da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, a que preside Madalena Carrito, ela é  natural.

A encerrar a particularidade de apresentar uma “Exposição que se come” – preparada pelos alunos da Escola de Hotelaria de Coimbra e da EUAC, coordenados pelo chefe Luís Lavrador –, o seminário conta com a participação de, entre outros convidados, Paulo Costa, diretor do Departamento de Património Imaterial do Instituto dos Museus.

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