Marcelo quer um PSD sereno e firme em Coimbra

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Se dúvidas houvesse sobre o vasto número de apoiantes da candidatura de Marcelo Nuno à distrital social-democrata, elas ficaram desde logo tiradas sobre o local onde teve lugar a apresentação. Inicialmente prevista para o interior da sede do partido, ela teve de ser relocalizada para o exterior do edifício, com o pátio a estar repleto de deputados, autarcas, presidentes de junta, militantes, jotas ou, até mesmo, amigos.

Todos eles receberam cumprimentos do candidato que, aproveitou a sessão, para anunciar José Manuel Canavarro como mandatário. Ausente, por se encontrar a trabalhar na sede nacional, foi ao presidente da câmara de Penela, Paulo Júlio, que coube ler o discurso. Antes, o autarca disse que o estado de espírito da candidatura liderada por Marcelo Nuno é de “esperança”: a esperança de “colocar sempre os interesses das pessoas e terras à frente de quaisquer interesses individuais”.

José Manuel Canavarro disse que o tempo não é de fazer “balanços para trás mas de tomar fôlego para a frente”. Até porque, “o PSD vai ser Governo em breve, para o bem do país”. Quando aí chegar, diz Canavarro, o partido já terá um Plano Estratégico para o distrito que permita “mais desenvolvimento, mais emprego, mais bem-estar e mais inovação”.

Marcelo Nuno, que até trazia um discurso escrito, preferiu falar de maneira informal. Um PSD novo e aberto, unido, plural, competente, solidário, com garra, firme, determinado e sem ceder a interesses de circunstância. Foi a garantia dada pelo candidato que promete “não excluir ninguém” numa luta que espera abrangente, já que a candidatura que encabeça tem todas as “condições para ser de consenso e pacificar o partido”.

Em conversa com os jornalistas, Marcelo lembrou que o mandato de Pedro Machado termina daqui a mês e meio e que o ato eleitoral deveria ocorrer até ao final deste prazo.

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