Proposta de segurança apresentada hoje na autarquia da Figueira da Foz

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Na reunião de câmara do passado dia 24 de Agosto, o vereador do PSD Miguel Almeida deu, literalmente, um murro na mesa, quando debatia com o presidente, João Ataíde, a alegada falta de segurança no Bairro Novo. O autarca da oposição, recorde-se, defendeu a instalação de uma unidade do Corpo de Intervenção (CI) da PSP no Centro, a única região do país que não dispõe daquela polícia de elite em regime de permanência.

Hoje, no mesmo fórum, a vereação social-democrata submete a votação uma proposta sobre o assunto. “Este ano, durante o Verão, a Figueira da Foz viveu uma insegurança objectiva e psicológica, por causa dos inúmeros casos de violência que aqui ocorreram”, realça o documento do PSD. “Não importam apenas os números e as estatísticas. Importa também o sentimento colectivo de segurança que devemos preservar porque dele dependemos para ter sucesso enquanto destino turístico”, acrescenta.

A presença do CI durante o Verão na Figueira da Foz, continua, “será, por si só, um factor dissuasor de violência, ao mesmo tempo que permite que se instale uma sensação de segurança efectiva numa cidade que tem no turismo um motor de desenvolvimento económico fundamental”. Para os social-democratas, a Figueira da Foz, devido à sua localização geográfica e “por imperativo do recente acréscimo dos índices de criminalidade”, pode servir de base do CI.

O PSD propõem que o município deve, no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIMBM), exigir ao Governo a fixação de um grupo operacional CI no Centro. E dar conhecimento dessa iniciativa às restantes comunidades de municípios da região. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente da citada estrutura, Jorge Bento, adiantou: “neste momento, não disponho de informações suficientes para me pronunciar sobre o assunto”.

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