PME’s têm saída no actual contexto

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“Num país de 10 milhões de criaturas onde as famílias, as autarquias, o Governo, o futebol, e não sei mesmo se a Igreja, estão endividados, é ser cada vez mais difícil vender”, constata o antigo governante Daniel Bessa e actual administrador da COTEC Portugal Associação Empresarial para a Inovação.

Todavia, na conferência “Empreender na Internacionalização” realizada ontem no Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC), o economista reconheceu ainda alguma margem de progressão em território nacional para as Pequenas e Médias Empresas (PME), ao contrário dos grandes grupos de distribuição, como a Sonae ou a Jerónimo Martins, que são “obrigados” a crescer lá fora.

Nesta perspectiva, José Soares de Oliveira, administrador da Caixa Geral de Depósitos – instituição que promoveu o encontro – afirmou que “a Caixa tem no seu plano estratégico, alcançar a meta de ser líder nas empresas”, seja nos negócios nacionais ou nas exportações, motivo pelo qual a esmagadora maioria da assistência era constituída por empresários.

Refrescante foi a intervenção de Beatriz Vidal, do Centro Português de Design, que apelou à sensibilização dos agentes económicos para a importância do design como elemento diferenciador na competitividade das empresas portuguesas.

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