Pais pagam papel higiénico a jardim-de-infância

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Os pais e encarregados de educação do jardim-de-infância de Montes Claros, estão a contribuir, com cerca de 10 euros, para o pagamento das despesas dos filhos.

No início do ano letivo, os pais foram informados de que a verba disponível para despesas era extremamente reduzida.

Nessa altura, foram pedidos cinco euros para ajudar a adquirir papel higiénico e toalhetes de limpeza.

Contudo, na terça-feira, decidiu aumentar-se a verba para 10 euros devido ao surgimento de outras necessidades.

Leia a história completa na edição impressa de sexta-feira, dia 24, do DIÁRIO AS BEIRAS.

10 Comments

  1. farto deste país says:

    é o país que temos…
    e este não é exemplo único. Há anos que ouço falar de casos do género.
    qual educação gratuita, qual constituição….

  2. lutar pelo país says:

    Situação semelhante se passa com as residências universitárias…
    Não ha dinheiro para nada mas depois não conseguem ter o mínimo de eficiência energética e deixam luzes ligadas todo e dia e quando chega o Inverno o aquecimento é até se poder andar de t-shirt e calções…

  3. É lamentável que com tantos problemas no nosso país saiam notícias como estas, até porque se os pais apenas pagam as refeições dos filhos qual seria a gravidade de dar 1o€ para o bem-estar dos filhos? será bem melhor comprar roupas de marca para os filhos e comer por restaurantes e pastelarias? se os deram ou se os pediram ninguém é obrigado a dar. que noticia infeliz

  4. Alberto Adrêgo says:

    É lamentável que o jornal As Beiras publique noticias falsas e sem fundamento. O meu filho é utilizador deste serviço desde a sua inauguração, e nós os pais, pretendendo ser responsáveis e preocupados, nunca faltamos a uma reunião para a qual os pais fossem convocados, e o Jardim de infância, nunca, repito o nunca, solicitou/pediu dinheiro para despesas correntes. É preocupante constatar que o jornalismo actual, com o "cheiro" do sensacionalismo publique notícias falsas sem verificar a sua veracidade, provavelmente orientados por fontes que apenas pretendem lançar o caos e o desânimo, junto dos profissionais/instituições que oferecem um serviço de muito boa qualidade.

  5. É lamentável que se publiquem notícias falsas como esta num jornal…que jornalismo é este??Não se apura a veracidade sequer das notícias!!! A notícia em questão é completamente falsa e nós como Pais dos meninos deste Jardim de Infância no mínimo deveríamos exigir um desmentido , porque estão envolvidos e colocados em questão profissionais competentes que tudo fazem para que o dia-a-dia dos nossos filhos passe da melhor forma. A preocupação da pessoa que deu esta falsa informação a alguém deveria ser se o Jardim tem tido a manutenção devida, ou se por outro lado se verificam todos os requisitos de segurança em todos os equipamentos do Jardim, aí sim seria talvez notícia.
    O Jardim tem optimos profissionais e como Enc. de Educação de uma aluna que estreou este jardim, nunca até hoje foi pedia qualquer contribuição aos Pais.

  6. Um Pai satisfeito says:

    É triste…
    Muito triste…
    Mesmo muito triste…
    É pena que o jornal não publique que a Câmara Municipal oferece (sim, porque era suposta ser paga) a componente de apoio à família.
    É pena que o jornal publique notícias falsas…
    É pena que hajam pessoas que consideram que só têem a receber do estado…
    É pena que não se apercebam que o estado somos todos nós.
    Sou um pai que nunca faltou a uma reunião e que tem uma filha a frequentar o jardim de infância desde a sua abertura. Nunca me foi pedido qualquer quantia. O que ocorre é que são os próprios pais que sugerem a constituição de um fundo com a contribuição de pequenos montantes individuais. O objectivo desse fundo é para adquirir alguns materiais didácticos complementares aos que já existem na escola.
    É na minha opinião uma atitude de louvar, pois acima de tudo tem a ver com o desejo de bem estar dos nossos filhos. Ao que tenho conhecimento, essas contribuições sempre foram voluntárias e sem qualquer obrigação para quem não possa ou não queira.
    Para que fique claro para o leitor menos informado, o MÁXIMO que a Câmara cobra por cada criança é 1,46 EUROS/DIA. Isto para quem tenha os escalões mais elevados de rendimentos…

  7. Esta notícia é vergonhosa!!!!!!! O k mereciam agora era começar a pagar a CAF!!!!ASSIM JÁ FICAVAM SATISFEITOS!!!!!!!!É MESMO DE QUEM NÃO TEM NADA K FAZER!!!!

  8. Pingback: Tudo Decorre Normalmente… « A Educação do meu Umbigo

  9. Ana Cabral says:

    O que é lamentável nesta "notícia" é a não confirmação dos "factos" apresentados. Não sei onde é que a jornalista Rute Melo concluiu a sua licenciatura (ou Mestrado), pois segundo O Código Deontológico do Jornalista, aprovado em Assembleia Geral realizada em 22 de Março de 1993 diz

    "Artigo 1º – O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público."

    Só lhe desejo boa sorte na sua carreira, mas se continuar com este tipo de jornalismo a sua carteira não durará muito tempo….. Já vi jornalistas a perder a carteira por muito menos….

    Para mim, esta "estória" (pois não tem o conceito jornalístico de notícia) não passa de uma difamação, provocando assim instabilidade nos profissionais que trabalham neste estabelecimento e dão o seu melhor, bem como da opinião e desconfiança do público em geral.

  10. Carla Susana Godinho(mãe da Renata) says:

    De facto oito dias depois ainda me custa a acreditar como é que é possível editarem um texto (sim porque isto não é notícia) com tal conteúdo sem que se tenha testemunho das partes envolvidas.
    É lamentável que algém possa ter estado presente nas reuniões e não tenha percebido o português que lá se falou…Quem quer que tenha “transportado” esta “estória” não entendeu; de todo; os nossos verdadeiros problemas. E ainda digo mais: se realmente temos na nossa escola alguém co alguma “influencia” na comunicação social então que seja inteligente e a use no bom sentido em vez de denegrir a imagem de quem se dedica aquele estabelecimento. Seria notícia sim se por exemplo referissem que o jardim não foi construído com a segurança necessária, que as torneiras das casas de banho das nossas crianças sáo vergonhosas e que levam as crianças a molharem-se diariamente, a campainha que não é audível no interior do edifício, etc, etc.
    Espero que a verdade se reponha…

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