O coro que canta com alma

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São 42 vozes masculinas mais uma pianista e uma contrabaixista. Um lado feminino que, “em termos de imagem e comunicação com o público, torna o grupo mais atrativo”, disse ao DIÁRIO AS BEIRAS o maestro Augusto Mesquita. 

Formado em maio de 2006 por um grupo de amadores, antigos alunos da Universidade de Coimbra, o Coro Alma de Coimbra teve a sua primeira aparição pública em Macau, em outubro do mesmo ano, na abertura dos Jogos da Lusofonia. A partir daí, nunca mais parou. 

No seu ainda curto, mas já vasto, percurso, constam concertos em países como Timor, Estados Unidos da América, Tunísia, Índia, República Checa ou Itália. Este ano, “Alma” dá o título ao primeiro álbum do coro de Coimbra, que ontem, 28, foi apresentado no Salão Caffé do Casino Figueira. 

É constituído por 15 temas, todos adaptados e arranjados por Augusto Marques. “Músicas à lusofonia”, descreve o maestro, que vão desde os acordes do fado aos ritmos da música popular portuguesa, brasileira ou cabo-verdiana. Os membros do Coro Alma de Coimbra são homens cuja vida está sediada em distintos pontos do país. 

Dois dos elementos, inclusive, são oriundos da Madeira e Açores. A distância que, muitas vezes, se pode tornar um obstáculo, mas nunca uma barreira para este grupo. Pelo contrário. “Dá-nos mais força nalgumas coisas”, afiança o maestro. E demonstra quão grande é o amor ao canto e ao grupo, remata.

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