Educação, uma prioridade!

Setembro é por si um mês de “revolução” total na vida de milhares de famílias. É o final das férias, mas essencialmente é o regresso às aulas. É o início da rotina diária, do corre-corre quotidiano. E as mudanças este ano continuam a ser sentidas pelas populações devido à contínua reestruturação da rede escolar e criação de novos centros escolares. Tudo em prol da melhoria das condições de ensino na nossa região e no nosso país.

A Educação obriga as Câmaras e o Governo a fazerem uma ginástica orçamental, no entanto é uma ginástica prioritária e compensatória, visto que estamos a investir no futuro. A aprendizagem é algo complexo e daí a necessidade em criar estruturas, através de Centro Escolares bem equipados e com melhores condições para a docência, e em criar metodologias que dêem respostas às necessidades de todos, respeitando e olhando para o retrato demográfico e social do país. A reestrutura da rede escolar não tem sido um processo fácil, mas traduz-se na maior revolução de sempre no ensino, nomeadamente ao nível dos equipamentos e na organização de uma rede que estava obsoleta, pouco funcional e que em nada promovia o sucesso educativo.

O Ministério da Educação e a Associação Nacional de Municípios Portugueses assinaram, em Junho último, o acordo relativo ao encerramento das escolas do 1.º ciclo com menos de 21 alunos. Os municípios colaboram com as direcções regionais de educação porque sabem que este é o caminho certo. Colaboram no sentido de analisar as situações de escolas do 1.º ciclo com uma dimensão inferior a 21 alunos, procurando assim encontrar soluções ao nível da reorganização da rede escolar de modo a enquadrar esses alunos em escolas com melhores condições de ensino e aprendizagem. Denote-se que esta reorganização da rede escolar implicou a celebração de acordos entre cada município e a respectiva direcção regional, nos quais foram definidos os termos e as condições de colaboração mútua, nomeadamente no que refere ao financiamento por parte do Ministério da Educação dos custos decorrentes do transporte de alunos, bem como das eventuais obras de adaptação das escolas de acolhimento.

Esta reestruturação na rede escolar vem trazer melhores condições de ensino, mais qualidade, o que se traduzirá em melhor aprendizagem e mais sucesso escolar junto dos mais jovens. Porque a Educação é, e deve ser sempre, uma prioridade!

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