12 dias sem tartã

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Amanhã (24), se tudo correr como previsto, máquinas, operários e camiões começam a invadir o Estádio Cidade de Coimbra. São os trabalhos de montagem para os concertos dos U2.

A partir de amanhã, portanto, os atletas que diariamente treinam na pista sintética do Calhabé vão ter de procurar outro tartã. Pelo menos durante 12 dias. À partida, a solução alternativa passa pelo aluguer da pista do Luso. O que ninguém sabe é quem se responsabliza pela compensação aos prejudicados.

A questão foi colocada, em tempo, pela comissão administrativa da ADAC –Associação Distrital de Atletismo de Coimbra à Turismo de Coimbra, enquanto promotora dos concertos dos U2. Só que a empresa municipal descartou-se, “empurrando” responsabilidades para a Académica/OAF e para a Ritmos&Blues, que traz a banda irlandesa a Coimbra.

Está visto que a empresa lisboeta “sacudiu a água do capote”. Por seu turno, a Académica informou a ADAC e também a Associação de Judo, há dias, via e-mail, que era da câmara a responsabilidade de encontrar uma solução.

Esta semana, portanto, o assunto continuava por resolver. Terça-feira, o vereador do Desporto da câmara foi informado de que a Turismo de Coimbra se tinha alheado. Ao DIÁRIO AS BEIRAS, Luís Providência sublinha que não é, nem nunca foi, a câmara, muito menos o pelouro de Desporto, a assumir os concertos. E recorda que, até hoje, o assunto nunca foi levado a reunião do executivo. Mas adianta que, “ante a iminência do início dos trabalhos, no estádio e perante a necessidade de resolver a situação”, já convocou a R&B para uma reunião de emergência.

Apesar das tentativas, não foi possível contactar, ontem, o presidente da Turismo de Coimbra, Luís Alcoforado.

Mais informações na edição impressa de quinta-feira, dia 23, do DIÁRIO AS BEIRAS.

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