“A melhor repartição dos maus governos está no setor automóvel”, diz o presidente do ACP

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Jot´ Alves

O presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP) defende uma redução generalizada do preço dos combustíveis. “Se o Governo quer realmente recuperar a economia, terá que descer o preço dos combustíveis”, advoga Carlos Barbosa. Portugal é um dos países europeus com os preços mais altos. “Existe margem para os baixar, mas eles não descem por causa do monopólio da Galp”, atira, acusando a entidade reguladora de nada fazer.

“A Autoridade da Concorrência é uma mentira, não funciona”, afirma. E preconiza: “que voltem as tabelas de preços do Estado, porque os eles não pararam de subir desde a liberalização!”. Em Portugal, a carga fiscal que incide nos automóveis representa cerca de 27 por cento do total das receitas provenientes dos impostos. Por isso, entende o presidente do ACP, “não há margem para sobrecarregar mais os automobilistas”.

Quando um Governo sobe os impostos sobre os automóveis, continua, “está a dar um tipo no próprio pé, porque as vendas e a circulação diminuem; logo, o Estado recebe menos receitas”. Segundo aquele responsável, “a melhor repartição dos maus governos está no setor automóvel”. Carlos Barbosa falava ao DIÁRIO AS BEIRAS à margem do “Dia do ACP”, assinalado este sábado na Figueira da Foz, em parceria com o casino e o Ginásio. (Ver mais da edição de segunda-feira, 27, do DIÁRIO AS BEIRAS).

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