O “Kosovo” em Portugal

De fora para dentro – De longe em longe, a C.S. faz-se eco do que se passa no KOSOVO. Relembrando, este Território é da Sérvia e, a pouco e pouco, foi sendo invadido por Albaneses e outros Povos Muçulmanos, que se tornaram maioritários. E resolveram tornar-se independentes, acantonando a já minoria Sérvia. E o que é pior, com a sucessiva aquiescência de Países e Organismos internacionais. Os Sérvios é que não vão desistir: o KOSOVO é historicamente a MÃE SÉRVIA, ponto de partida para a amputada Sérvia que não se conforma com a situação. Iremos assistir ao renovar dos permanentes “ incêndios “ que caracterizaram os Balcãs.

Este é um exemplo que deveria manter Portugal atento: a pouco e pouco, cada vez mais depressa, interesses pessoais e económicos entrelaçados, com guarda avançada de outras naturalidades, vão tornando os Portugueses cada vez mais raros, com a ajuda, aliás, do aborto livre e dos incentivos à diminuição da natalidade. Governância predominante? Não sei qual será, embora os grandes interesses económicos se entrelacem.

Já passaram bastantes meses sobre a altura em que o ministro Luís Amado, sem promessas prévias, diplomaticamente resolveu os dois grandes problemas humanitários post-descolonização: o compromisso de Angola de pagar as pensões devidas desde 1974, aos antigos trabalhadores portadores de silicose e o de S. Tomé e Príncipe de criar as condições para sobrevivência dos seus que estavam sujeitos a permanecer em Portugal para se submeterem a Hemodiálise ou, na melhor das hipóteses, o transplante renal que lhes permitiria voltar ao seu País. Tudo isto em consequência de dois requerimentos que, na anterior Legislatura, encaminhei para aquele Ministro, expondo-lhe as situações e pedindo que os Países em causa cumprissem os acordos. O Cidadão português, após longos anos de sofrimento, faleceu há pouco; Angola pagou-lhe ainda, a pedido da Conferência de S. Vicente de Paulo, as pensões de 1974 a 2002. As restantes, agora não sei se foram pagas. Quanto ao Cidadão Sãotomense, antigo Deputado, há anos, sempre a sonhar no regresso à Politica, partiu no dia seguinte ao transplante, deixando-me uma mensagem que ainda hoje me provoca grande comoção. Quanto aos outros Cidadãos – poucos em Portugal – espero que os acordos tenham sido cumpridos, com o empenho de Luís Amado, pois o Chefe de Estado de S. Tomé e Príncipe, em recente visita a Portugal, bem alto o declarou.

De dentro … para dentro – Centro Histórico de Coimbra – Até quando se insistirá que o Centro é a Universidade, a Baixa e a Baixinha? Então e segundo as regras comuns, os centros que se foram formando à volta dos maiores não fazem parte do tal Centro? Como a área de Santo António dos Olivais e Burgo de Celas (onde vai ele … ) que até foram aceites com naturalidade pela Assembleia Municipal.

Lixo – É verdade que há muito lixo em algumas Zonas da Cidade. Mas não se generalize e acuse a Câmara da maioria dos males. Então e os grandes sacos cheios e a esvaziarem-se ao lado de contentores de lixo completamente vazios? E as filas de garrafas e cacos de garrafas e outras porcarias, ao longo dos muros e dos passeios que os ladeiam? E as ditas de cães e gatos que se passeiam ou são passeados – e às vezes até se lhes abrem os portões de jardins particulares – sem usarem fraldas? PEDAGOGIA, nestes casos, muita pedagogia e EDUCAÇÃO para os Donos.

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