Luís Providência desafia Águas de Coimbra a cortar despesas

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O vereador do CDS-PP exortou ontem a empresa municipal Águas de Coimbra (AC) a não renovar os contratos com alguns prestadores de serviço. Luís Providência entende que os valores conhecidos – num dos casos com vencimento superior a 3.000 euros – “são difíceis de justificar”.

Segundo a edição on-line do Campeão das Províncias, o desafio visa “três prestadores de serviços: Teresa Telo, Manuel Carmo e Margarida Ruas”. A primeira aufere o vencimento superior à de um vereador, enquanto Manuel Carmo e Margarida Ruas recebem honorários para prestação de tarefas relacionadas com o funcionamento do Museu da Água.

No entender do autarca, “não pode ser só a câmara, os vereadores e os munícipes, a serem afectadas com as medidas restritivas”. O vereador revelou que tem informações de que algumas contratações de serviços e bens por parte dos seus pelouros estão “paradas há muitos meses, no sentido de impedir o aumento da realização de despesa”. Uma situação que, de acordo com o vereador, não é aceitável, revelando que se o Conselho de Administração das Águas de Coimbra não for sensível ao apelo, extrairá ilações de carácter político.

O presidente Carlos Encarnação referiu que “cada empresa é responsável sobre a sua gestão perante a câmara e que iria tentar obter o devido esclarecimento junto da administração da empresa.

A questão levantada por Luís Providência obteve a subscrição integral da parte dos vereadores socialistas Carlos Cidade e António Vilhena.

4 Comments

  1. O Farol de Coimbra says:

    O Sr. Vereador Luís Providência anda a misturar alhos com bogalhos, a boa política não se faz assim.

    • Luis Providência says:

      Quais são os "alhos" e quais são os "bogalhos" ???
      Não é aceitável vencimentos de 3.000 euros + IVA (3.600 euros), quando na CMC há informações referentes a contratação de bens e/ou serviços paradas desde 2009…
      É que se aceito ver o meu vencimento reduzido em 5% de forma simbólica, não aceito que as E.Municipais nada façam para, nem que seja de forma simbólica, darem o seu contributo, em particular quando têm situações gritantes, mesmo que da responsabilidade de Administrações anteriores… LP

  2. Luis Providência says:

    O que são "alhos" e o que são "bogalhos" ???
    Devem, ou não, as Empresas Municipais acompanhar as medidas de esforço da Autarquia?
    Essa é a questão fundamental.
    Luis Providência

  3. O Farol de Coimbra says:

    Meu caro amigo
    Sabe muito bem onde quero chegar. Claro que será sempre um bom dever a CMC, neste caso, fiscalizar as sua empresas municipais, mas sabemos que o assunto de fundo é provavelmente outro. A sistematizar as coisas assim tudo teria que ser avaliado, já reparou que "só teve ao seu lado a oposição"? Eu como cidadão de Coimbra integorro-me sabendo que o problema de fundo é outro.
    O Farol de Coimbra

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