Chama solidária passa pela Guarda

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O distrito da Guarda integrará, nos dias 21, 22 e 23 de Setembro, o percurso da “Chama da Solidariedade” que será levada de Viseu para Castelo Branco.

Trata-se de uma iniciativa da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) que há quatro anos instituiu a Festa da Solidariedade, a nível nacional, evento já realizado em Lisboa, Barcelos e Viseu; no dia 25 de Setembro terá lugar em Castelo Branco.

A “Chama da Solidariedade” é transportada da cidade onde se efectuou a festa do ano anterior para o local onde decorre a nova edição.

Ao longo dos três dias de passagem pelo distrito irá brilhar na Guarda, em Manteigas, no Sabugueiro e na Torre (Serra da Estrela).

De acordo com o programa, a que o Diário AS BEIRAS teve acesso, a passagem por Fornos de Algodres está agendada para as 15H00 e em Celorico da Beira uma hora depois, seguindo-se o percurso pela Ratoeira, Lageosa do Mondego, Aldeia Viçosa, Chão e Faia, chegando à Guarda pelas 18H30, junto à Sé Catedral.

No dia seguinte a partida está marcada para as 10H00, junto à Escola de Santa Clara (na Guarda), seguindo a “Chama da Solidariedade” para Seia (onde chegará às 19H00), com passagem por Vale de Estrela (10H30), Valhelhas (11H00), Manteigas (12H00), Mondeguinho (13H30), Gouveia (14H30, junto à Câmara Municipal), Moimenta da Serra, Paços da Serra, Santa Marinha e São Romão.

No dia 23 de Setembro este símbolo de solidariedade vai sair de Seia pelas 10H00, junto à Câmara Municipal daquela cidade, em direcção à Torre (Serra da Estrela) onde estará às 11H30, altura em que terá lugar uma breve cerimónia, a qual antecederá a partida para Belmonte onde a “Chama” será entregue, cerca das 14H30, à União Distrital das IPSS de Castelo Branco.

A organiza espera a adesão das IPSS, autarquias, bombeiros, escuteiros, grupos desportivos e culturais, associações e equipas de voluntariado.

De referir que a CNIS integra várias federações do sector social, as Uniões Distritais das Instituições Particulares de Solidariedade Social e algumas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) de base, sediadas nos Distritos onde as Uniões Distritais ainda não estão oficializadas.

A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade é o parceiro social que negoceia com o Governo o Protocolo de Cooperação e Contratação Colectiva com as representações sindicais, em representação das cerca de cinco mil IPSS dispersas pelo País.

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