Centro Educativo da Pampilhosa com prazos cumpridos

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O encerramento de escolas na Mealhada é um processo pacífico. Muitas crianças vão estrear o novo Centro Educativo da Pampilhosa no início do próximo mês.

Faltam os arranjos exteriores e os arruamentos. O material das 10 salas de aula deverá ficar instalado na próxima semana. O Centro Educativo da Pampilhosa, ao que tudo indica, deverá cumprir os prazos previstos e no início do ano lectivo que se aproxima cerca de 200 crianças deverão utilizar o novo espaço.

Com a edificação deste estabelecimento de ensino, os alunos das escolas de Travasso, Pampilhosa, Carqueijo, Canedo, Mala e Lendiosa mudam-se para as novas instalações. Já as que frequentavam a escola de Cavaleiros – 17 crianças – irão frequentar a escola de Barcouço.

Ao DIÁRIO AS BEIRAS, a vice-presidente da autarquia da Mealhada, Filomena Pinheiro, explica que “tudo está preparado para que o ano lectivo 2010/2011 se inicie com normalidade”.

O mesmo sucede com as Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC). De acordo com Filomena Pinheiro as actividades que são aconselhadas, nomeadamente inglês, educação física e educação musical também terão início em Setembro. Assim como educação ambiental que faz parte de um projecto da autarquia.

“Os professores estão contratados e todas as situações estão controladas”, acrescenta a vice-presidente da câmara.

A obra teve um custo de cerca de um milhão e 700 mil euros, tem 10 salas de aula, salas para actividade de enriquecimento curricular, instalações desportivas cobertas e descobertas, anfiteatro, biblioteca, refeitório e cozinha, sala de professores, balneários, casas-de-banho, secretaria e sala de apoio.

O Centro Educativo da Pampilhosa é o primeiro do concelho e surge no âmbito da processo de criação da Carta Educativa do concelho.

Deixam de receber crianças mas não irão fechar para ficarem votadas ao abandono. Filomena Pinheiro diz que os estabelecimentos de ensino que encerram serão, na maioria dos casos, disponibilizadas para as colectividades locais através de protocolos entre a autarquia e as juntas de freguesia. Outros casos há, adianta, em que as instalações “serão utilizadas para as necessidades que há em termos de educação”, refere ainda Filomena Pinheiro.

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