Transporte polémico de doentes na Guarda

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A Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda acusou a Unidade Local de Saúde da Guarda de estar a promover “formas” de transporte de doentes à revelia do acordado com o Ministério da Saúde e Liga dos Bombeiros Portugueses.

Aquela organização, que reúne 23 associações humanitárias e corpos de bombeiros, recorda que em 15 de Março, a direcção da Federação, presidida por Gil Barreiros, enviou ao conselho de administração da ULS-Guarda EPE, dirigida por Fernando Girão, um ofício com um parecer jurídico sobre o regulamento de transportes de doentes aplicado por aquela unidade no início de Fevereiro.

Mas, entretanto, a Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda diz que “até agora não foi possível obter nenhuma resposta” ao documento enviado.

Entretanto, as associações humanitárias de bombeiros do distrito encontram-se numa situação de indefinição, no que respeita ao transporte de doentes, com uma diminuição significativa, segundo refere o comunicado.

Esta situação é considerada preocupante relativamente à manutenção de alguns postos de trabalho dos seus funcionários e “num processo que lesa em muito os utentes que os bombeiros sempre serviram”.

Face a estes pressupostos, as direcções e comandos das associações humanitárias de bombeiros/corpos de bombeiros decidiram convocar uma assembleia para 3 de Maio e com ponto único a analise da situação e a decisão de medidas a tomar em todo o distrito como forma de protesto e afirmação dos seus direitos e preocupações.

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