Crise da Justiça é “gravíssima” para a democracia

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“Não há dias que não saltem castanhas. Estamos à espera, de cada vez que abrimos um jornal, de ver mais umas histórias que levem este País ao rubro”, afirmou Fernando Nobre, durante a tertúlia 125 minutos com… Fátima Campos Ferreira.

A situação, defendeu, está a “bloquear” a governação do País.

Responsabilizou as polícias, procurador da República e juízes pelas “fugas de informação quase constantes”, alertando: “acho que isso tem de parar”.

Questionado pela anfitriã da tertúlia sobre se concorda que existe uma contaminação da justiça por parte do poder político, Fernando Nobre anuiu embora frisando que a interferência existe “nos dois sentidos” e que a situação talvez esteja a “ficar fora de controlo”.

“Não é normal tudo o que sai para a comunicação social, em duplo sentido. Ou atacar e tentar destruir um cidadão, seja ele qual for, ou para tentar fazer com que certos processos nunca cheguem a uma conclusão e cheguem à prescrição”, sustentou.

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